12 agosto, 2006
ESCOLA DA PONTE
14 julho, 2006
VI Arte Expressão e Identidade
O Movimento dos Artistas Plásticos de Pelotas (MAPP) organiza a 6ª edição do ARTE: EXPRESSÃO E IDENTIDADE, a realizar-se no período de 09 a 24 de novembro nas dependências do Clube Comercial de Pelotas – R. Félix da Cunha, 663.
INSCRIÇÕES ATÉ 06 DE NOVEMBRO
– Sede do MAPP – Shopping Zona Norte, sala 20
de segunda a sexta-feira, das 9h às 11:30h e das 14h às 18h
– Espaço Arte & Eventos "Zilah Costa" – Pq. Dom Antônio Zattera nº 255
de segunda à sexta-feira, das 15h as 18h
INFORMAÇÕES
(53) 3227-5914 – MAPP
(53) 3225-2926 – Zilah Costa
15 junho, 2006
Eleição do Conselho de Cultura
A eleição para a composição do Conselho Municipal de Cultura, encaminhado na Conferencia Municipal de Cultura realizada em abril, ocorre neste sábado (17), das 9h às 17h no Instituto de Ciências Humanas (ICH/UFPel), na rua Alberto Rosa,154. Pode votar quem se inscreveu na Secult ou ainda os participantes dos eixos temáticos da Conferência. Os certificados para estes também estarão sendo entregues neste dia. Onze candidatos foram aprovados pela Comissão Especial Eleitoral formada por representações da Prefeitura através da Secretaria Municipal de Cultura (Secult), e Universidades Federal e Católica de Pelotas (UFPel/UCPel) e estão aptos a concorrer pelo diferentes segmentos culturais como Dança, Literatura, Artes Visuais, dentre outros.
A Secretaria Municipal de Cultura (Secult) divulga o nome dos conselheiros eleitos, bem como os indicados para compor o Conselho Municipal de Cultura (Concult). No segmento Artes Cênicas, foi eleita Lyl Rejane da Cunha Recuero, e nas Artes Visuais e Áudios Visuais, o titular será Pablo Fabião Lisboa. O Instituto Histórico e Geográfico de Pelotas (IHGPel) e a Academia Sul Brasileira de Letras, respectivamente, titular e suplente, no segmento Literatura. Memória e Patrimônio será representado por Luiz Kawall de Vasconcellos, e Vitor Azubel foi eleito conselheiro titular, representado o segmento Música, tendo como suplente Sérgio da Silva Pinêiro.Câmara Municipal de Pelotas: titulares, Ivan Admar Dornelles Duarte e Cláudio Roberto dos Santos Insaurriaga e como suplente, Idemar Barz. Representando a Universidade Federal de Pelotas (UFPel), titular, José Henrique Medeiros Pires e suplente Carmem Lúcia Abadia Biasoli. A Universidade Católica de Pelotas (UCPel) será representada pela titular Fabiane Vilela Marroni e suplente Valter Guaraci Sobreiro Júnior. A Secult contará com a representação do secretário adjunto como titular, Mogar Pagana Xavier, e Alessandra de Carvalho Ferreira como suplente. E a Secretaria de Educação (SME), com a titular Ivete de Aguiar Saraiva e como suplente Lizamar da Silva Lopes Machado.
14 junho, 2006
04 junho, 2006
Leis/Projetos Aprovação
30 abril, 2006
Conferencia da Cultura em Pelotas

Dia de intensas discussões acerca da cultura
Depois dos painéis que abriram a Conferência Municipal de Cultura ontem (27) pela manhã, com os temas “o Sistema Nacional de Cultura, e a Importância dos Conselhos de Cultura”, e “Economia e Cultura”, à tarde do primeiro dia de discussões e debates acerca dos segmentos culturais levou ao público cinco palestras enfocando os mais variados temas.
Com 15 minutos de tolerância para a acomodação do público, a professora da Faculdade de Letras da UFPel e presidente do Instituto João Simões Lopes Neto, Paula Schild Mascarenhas, abriu a tarde abordando o temática “Gestão Pública e Cultura”. Paula iniciou sua explanação mostrando que se precisasse sintetizar o tema em uma palavra, caberia dizer “liberdade” e se pudesse usar um sintagma, Gestão pública e Cultura se resumiria em “Liberdade e Incentivo”, fundamentando que a cultura pressupõe um estado democrático.
21 abril, 2006
Conferência Municipal de Cultura
Dois dias para se analisar e discutir os diversos segmentos culturais e artísticos de Pelotas. É a Conferência Municipal de Cultura 2006, promovida pela Prefeitura Municipal de Pelotas, através da Secretaria Municipal de Cultura (Secult), juntamente com a Universidade Federal (UFPel). O evento acontece nos dias 27 e 28 de abril, no Instituto de Ciências Humanas ICH/UFPel que fica na rua Alberto Rosa, 154. Além dos painéis e debates que integram a programação, paralelo à Conferência, acontece o encontro regional de dirigentes de cultura. Qualquer cidadão pode participar do evento, basta fazer a inscrição mediante o preenchimento de Ficha disponível na Secult- Praça Coronel Pedro Osório, 02.
25 março, 2006
Mudança no Clima Cultural
Dag Franzén
17 março, 2006
Reunião da Secult com artistas
Reunião da Secult com artistas debateu as artes visuais
Na reunião realizada ontem, entre a diretoria de Artes Visuais da Secretaria Municipal de Cultura (Secult) e cerca de 20 representantes de entidades ligadas às Artes Visuais na cidade, foram abordados os assuntos que envolvem a utilização dos espaços destinados na cidade a este seguimento artístico. Um novo encontro já está marcado para a próxima terça-feira (21), às 14h, para os encaminhamentos finais.
A reunião teve como objetivo garantir ambientes de contato entre o público e a obra artística e definir as características de suas salas no intuito de facilitar a compreensão da arte de Pelotas, do Rio Grande do Sul e do Brasil, suas histórias, permanências e perspectivas.
Além da minuta apresentada pela Secult com as propostas e critérios que serão adotados para a ocupação da Sala Frederico Trebbi e na nova Sala Inah D’ Ávila Costa, também foram discutidas as sugestões trazidas pelos artistas a fim de encaminharem o seu funcionamento.
Segundo a secretária de Cultura, Beatriz Araujo, as salas de exposição Antonio Caringi e Frederico Trebbi pretendem dialogar com a produção contemporânea da cidade e de fora dela, facilitando a circulação e visibilidade de artistas, através de parcerias representativas do sistema das artes local e com entidades de relevância cultural indiscutível - como a firmada entre esta secretaria e o Museu de Arte do Rio Grande do Sul (Margs).
O mais novo espaço criado pela Secult, a Sala Inah D’Ávila Costa, além de reconhecer e homenagear um dos maiores nomes das artes no estado, pretende buscar abordagens possíveis para a compreensão da história da arte de Pelotas e região.
Outro local reservado à guarda e visibilidade dos registros da vida artística da cidade é o Memorial do Theatro Sete de Abril, que durante todo o ano mantém programação baseada nos documentos que discursam sobre as Artes cênicas em um dos mais renomados espaços destinados às artes cênicas no País.
De acordo com Beatriz, “todas as salas vêm passando por intervenções técnicas, destinadas a oferecer ao público e artistas estruturas adequadas para seus momentos de deleite estético. Assim, a Secult entrega ao povo de Pelotas espaços para se ver: ver a si, ao outro e ao mundo, a partir do olhar sensível das artes visuais”, finalizou.
Data: 17/03/2006
Hora: 17:28
Redator: Secom
Fotógrafo: Vanderlei Porto
Nova reunião com artistas visuais na Secult
A Secretaria Municipal de Cultura realiza amanhã, 21, às 14h, na sede do órgão, uma nova reunião com artistas visuais para encaminhamentos finais do primeiro encontro, que aconteceu no último dia 17.Vinte representantes de entidades ligadas às Artes Visuais na cidade participaram da primeira reunião com a diretoria de Artes Visuais da Secult e a titular da pasta, Beatriz Araujo. O objetivo dos encontros é o de garantir espaços para o público e a obra artística e definir as características de suas salas no intuito de facilitar a compreensão da Arte de Pelotas, do Rio Grande do Sul e do Brasil, suas histórias, permanências e perspectivas. Além da minuta apresentada pela secretaria com as propostas e critérios que serão adotados para a ocupação da Sala Frederico Trebbi e a nova Sala Inah D’ Ávila Costa, também foram discutidas as sugestões trazidas pelos artistas a fim de encaminharem o seu funcionamento.
Data: 20/03/2006
Hora: 16:28
Redator: Secom
Fotógrafo: Vanderlei Porto
04 fevereiro, 2006
Vale do Rio Pardo faz Cultura para todos
O Centro
O Centro Regional de Cultura do Vale do Rio Pardo vai colocar à disposição da população de 27 cidades da região, estabelecidas em um raio de 100 quilômetros, a estrutura e equipamentos necessários para a promoção de atividades culturais como teatro, dança, ateliê de arte, conservatório, oficinas de artesanato, auditório público, salas de cursos, área de exposições, biblioteca pública, memorial do Exército, café concerto e livraria. Com essas condições, a expectativa é de que alunos de Arquitetura e História, turistas e interessados, contabilizado em 150 mil pessoas por ano, visitem com mais freqüência o local e que a casa gere, em dois anos, 130 empregos diretos.Segundo o produtor cultural e captador de recursos contratado em 1998 pela Uneama para dar prosseguimento ao projeto, Telmo Padilha César, o Centro Regional projeta a interiorização da cultura e o resgate da auto-estima de Rio Pardo. "Precisamos que a população da região do Vale do Rio Pardo se engaje no processo de modernização. Queremos ter certeza de que esta valorosa obra será algo útil para a comunidade", ressaltou.
Restauração
01 novembro, 2005
Arte Lisboa 2005
Com um espaço de sete mil metros quadrados, a Arte Lisboa 2005 conta com a participação de 60 galerias, 15 das quais estreantes. E se a grande maioria é nacional, este ano registou-se uma forte participação estrangeira. Dos 29 galeristas de sete países que se propuseram a expor em Lisboa, a Comissão de Selecção – constituída pelo presidente da Associação Portuguesa de Galerias de Arte (APGA), Pedro Reigadas, e por representantes de galerias nacionais e espanholas – escolheu 18, sobretudo espanhóis, mas também alemães, brasileiros e um russo.
A edição de 2005 assume-se como o início de um novo ciclo. Pela primeira vez, com o alto patrocínio do Presidente da República, Jorge Sampaio, este ano foi estabelecida uma Comissão Consultiva para definir e apoiar as linhas gerais da Arte Lisboa com o objectivo de a reafirmar no panorama da arte contemporânea, entre os galeristas, artistas, coleccionadores e críticos. E a organização, uma parceria da Feira Internacional de Lisboa (FIL) e da Associação Industrial Portuguesa (AIP), aposta na promoção e divulgação para aumentar o número de visitantes.
Até porque, ao mesmo tempo, há a grande vontade de abrir o mundo da arte contemporânea a outros públicos, atraindo novos coleccionadores, explicou o presidente da APGA, Pedro Reigadas. «A feira propicia ao público a possibilidade de visitar as várias galerias no mesmo espaço», criando uma maior dinâmica de vendas. E numa altura em que o mercado começa a ressentir-se da crise geral que o País atravessa, esta é também uma boa oportunidade de compra, uma vez que «haverá seguramente em exposição boas peças inéditas» até agora praticamente desconhecidas, adiantou.
O responsável, que também participa na feira com a galeria Arte Periférica, acredita que há boas perspectivas para a edição de 2005. Considerando que esta «é sobretudo uma forma de divulgar o nome dos artistas», Pedro Reigadas afirma que o sucesso ou não do evento só pode ser feito no fim, e não pode ser avaliado apenas com o cálculo dos lucros. «Há pessoas que vêm à feira e não compram nada mas depois vão à galeria e tornam-se clientes fiéis», sublinhou.
Além da convencional exposição e venda de trabalhos, da Feira fazem também parte dois dias de debates sobretudo sobre as questões do sector. Os coleccionadores e jornalistas estrangeiros terão também a possibilidade de visitar os ateliers de alguns artistas, e nem as crianças foram esquecidas. Para elas foi criado o Arte Lisboa Kids, um espaço com acções lúdicas e pedagógicas.
A Arte Lisboa 2005 vai ser inaugurada oficialmente no dia 23 de Novembro, mas a abertura ao público em geral acontece apenas a 24. Os visitantes podem ir ao Pavilhão 4 da FIL até à segunda-feira seguinte, 28, das 18:00 às 22:00 horas.
31 outubro, 2005
Lei do Livro do Rio Grande do Sul
30 outubro, 2005
Helena Ortiz, escritora

Dia 07 de novembro às 18:00h estaremos em sessão de autógrafos na 33ª Feira do Livro de Pelotas.
Sol sobre o dilúvio é o quinto livro de poemas de Helena Ortiz.
Já que vou estar em Pelotas para a Feira do Livro, pensei em organizar um evento que mostrasse a poesia que está se fazendo na cidade, levando em conta diferenças de temas, estilos e tendências. Pensei nisso porque para o autor não basta escrever o livro. Ele também que sentir a reação do público, estar perto do público, e precisa saber também o que os outros poetas estão fazendo, até porque o jornal panorama da palavra, hoje em 52ª. edição, foi feito com este objetivo – dar voz aos autores que não são contemplados pela grande mídia.
Uma vez encontrados os seus pares, os poetas, que mexem com essa atividade solitária, sentem-se mais estimulados a produzir e têm, entre si, os primeiros críticos. E não só a escrita é estimulada; também a leitura, a partir da qual vão abrindo horizontes e aperfeiçoando seu próprio trabalho artesanal.
Em contato com a Secretaria da Educação, consegui entrar na programação da Feira.
28 outubro, 2005
33ª Feira do Livro - Pelotas 28/10/2005
Neste link você encontra fotos do Evento http://spaces.msn.com/members/agenciadaartenoticias/
Novo link da 33ª Feira do Livro de Pelotas http://www.pelotas.com.br/cidade_feira/
LITERATURA
A realização da Feira do Livro de Pelotas terá início no dia 29/10/2005 e seu término em 15/11/2005
Também será realizada neste mesmo período a Feira do Livro de Porto Alegre..x.x.x.x.
Agenciamos a presença da escritora Helena Ortiz nas respectivas feiras.
15 outubro, 2005
O pintor colombiano Fernando Botero é acusado de dar falso testemunhoReutersO pintor colombiano Fernando Botero é acusado de dar falso testemunhoBOGOTÁ, 20 Set (AFP) - Duas empresas de comércio de obras de arte processaram o pintor colombiano Fernando Botero por 200 milhões de dólares perante uma corte norte-americana, acusando-o de falso testemunho e danos econômicos e morais por ter qualificado como pirata uma reprodução de sua obra, informaram nesta terça-feira meios de comunicação colombianos.As empresas Publix, da Colômbia, e Art Brokers, dos Estados Unidos, alegam que em 1999 adquiriram de um museu colombiano os direitos para reproduzir as obras de Botero. Por isto, consideraram que a desqualificação do pintor lhes causou enormes danos econômicos e morais, segundo cópia do processo divulgada pela imprensa colombiana.Botero, de 73 anos, cedeu em 1999 parte de sua obra ao Museu de Antioquia, na cidade de Medellín (noroeste), de onde é originário, inclusive a possibilidade de comercializar produtos relacionados com sua obra.A ex-diretora da entidade, Pilar Velilla, disse à rádio 'La W' que a autorização incluía a possibilidade de reproduzir algumas de suas famosas figuras rechonchudas, e "que o museu utilizou a venda destes objetos para fortalecer as finanças".O museu cedeu estes direitos à empresa colombiana Publix, que por sua vez os negociou com a americana Art Brokers, que começou a comercializar reproduções de pinturas de Botero nos Estados Unidos.No entanto, Velilla garantiu que o contrato com a Publix não podia ser cedido e só era aplicável na Colômbia, razão pela qual Botero teria razão ao se queixar da reprodução nos Estados Unidos.Mas a empresa americana alega que adquiriu os direitos de boa fé e que as declarações de Botero, acusando-a de pirataria, causou um dano.O advogado americano Michael Tessitore, que assessora o processo apresentado pela Art Brokers, disse que a companhia está disposta a fazer um acordo extrajudicial. "Sempre existe a possibilidade de um acordo fora da corte", disse Tessitore ao jornal 'El Tiempo'.Botero, que habitualmente vive em Pietra Santa (Itália), doou nos anos 90 parte de sua obra e de sua coleção privada para que fosse exposta em museus de Bogotá e Medellín.
Historiador de arte acha que encontrou tela perdida de Da VinciPor Philip PullellaROMA (Reuters) - Se a intuição de Carlo Pedretti estiver certa, o mundo poderá em breve ter outra obra-prima de Leonardo da Vinci para admirar.Uma tela intitulada "Maria Madalena", a qual Pedretti, historiador de arte mundialmente respeitado, desconfia que possa ter sido pintada por Leonardo da Vinci em conjunto com um de seus alunos, será exposta em público pela primeira vez em mais de meio século.O quadro mede 58 por 45 centímetros. Acredita-se que tenha sido pintado em 1515, quatro anos antes da morte do grande mestre.Ele será exposto em outubro em Ancona, cidade portuária do mar Adriático, e mostra Maria Madalena de vestes vermelhas com os seios nus e segurando um véu transparente sobre seu ventre.A pintura foi atribuída a Giampietrino, um discípulo de Leonardo cujos trabalhos podem ser encontrados em alguns dos maiores museus do mundo, incluindo o Hermitage, de Leningrado, e a National Gallery de Londres.Mas Pedretti, diretor do Centro Armand Hammer de Estudos de Leonardo da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), suspeita que ela pode ser muito mais do que isso."Devido à altíssima qualidade da pintura, tendo a acreditar que haja nela muito mais do que apenas a supervisão do aluno pelo mestre", disse Pedretti à Reuters em entrevista telefônica concedida de sua residência na Toscana, onde ele passa parte do ano."Não posso afirmar ao certo, mas essa é minha opinião, e estou disposto a buscar fundamentá-la com todo o processo de verificação laboratorial", disse o professor de 77 anos.Co-curador da exposição de obras de Giampetrino e outros, Pedretti disse que a tela "possui características de um trabalho de Giampetrino, mas está muito além das qualidades dele".
COLEÇÕES PARTICULARESO quadro integra coleções particulares desde que sua existência foi registrada, há cem anos aproximadamente.Uma foto em preto e branco foi tirada da tela em Viena na década de 1920. Ela foi exposta pela última vez nos Estados Unidos em 1949, por pouco tempo, e recentemente Pedretti rastreou seu percurso até encontrá-la com um colecionador particular na Suíça.O historiador, que dedicou a maior parte de sua vida ao estudo de Leonardo da Vinci, demonstra cautela, mas tem esperanças de que seu palpite se confirme.Ele quer que a tela seja submetida a um exame com infravermelho, uma técnica que traz à tona os esboços e as várias etapas de pintura por baixo da uma tela, usando máquinas fotográficas equipadas com sensores.Pedretti disse que, se forem encontrados traços de esboços, isso será extremamente importante, já que os esboços feitos por Leonardo da Vinci são muito fáceis de identificar."Para começar, o quadro precisa ser examinado no laboratório...Mas uma coisa extraordinária é que ele foi pintado sobre um painel de madeira intacto, exatamente como a Mona Lisa", disse o historiador.Sabe-se que Leonardo da Vinco completou algumas de suas obras com a ajuda de alunos. Por exemplo, acredita-se que uma das cópias da "Virgem dos Rochedos" tenha sido pintada conjuntamente por Leonardo e Ambrogio De Predis.Se o quadro de Maria Madalena revelar ser de autoria de Leonardo, mesmo que seja apenas parcialmente dele, será um dos poucos que o mestre pintou de mulheres nuas. Outro é "Leda e o Cisne".Pedretti disse que não tem interesse pessoal em sugerir que Leonardo da Vinci possa ter tido uma participação maior na pintura."Na minha idade, acho que não preciso chamar a atenção para minha pessoa. Estou propondo esta possibilidade apenas no interesse do conhecimento", disse ele.
Frida Kahlo: una de las artistas más copiada por falsificadoresLos cuadros de Frida Kahlo, quien murió en 1954, están entre los más copiados por falsificadores, una actividad difícil de perseguir en México donde muchas de estas "obras" tienen compradores poco dispuestos a denunciar el engaño.
La Fundación Tres Culturas y Ecume Sevilla inagura hoy dia 13 de Enero la exposición El rio Guadalquivir y el recurso del sueño en el arte donde se expondran piezas realizadas por artistas procedentes de paises como Grecia, Marruecos, Turquia , Italia, Francia, Jordania o Argelia ademas de España.Fundacion Tres Culturas. Pabellón Hassan II, c/ Charles Darwin s/n, Cartuja. De Lunes a Viernes de 10 a 13 y de 17 a 20 h. Mas información en 954 088 040
13 outubro, 2005
MARINHA DO BRASILCOMANDO DO 5º DISTRITO NAVALV SALÃO DE ARTES IMPERIAL MARINHEIRO MARCÍLIO DIAS
PREMIADOS - PELOTASCATEGORIA:
PINTURA
1º Lugar – Maria Lúcia Drummond de Macedo – Título: Farol do Albardão
2º Lugar – Marisa Kirst Post – Título: Farol
3º Lugar – Manuel Eduardo Lopes de Oliveira – Título: Condado do Mar
Mensão Honrosa – Marisa Kirst Post – Título: Preciosidades do Mar
Nós artistas da Agência da Arte fizemos presença e aproveitamos para parabenizamos todos os participantes em especial os premiados.
Data: 06/10Hora: 16:28Redator: Ana JungFotógrafo: Gustavo Vara
FALANDO SOBRE A LICA LIC – Lei de Incentivo a Cultura é a lei que tem por objetivo incentivar projetos culturais, através da dedução de até 20% dos valores devidos pelos contribuintes do IPTU e ISSQN (Imposto sobre serviço de qualquer natureza).»INCENTIVO À CULTURA (http://www.cidadecultura.com.br/incentivo.php3)A Cida Assessoria de Eventos trabalha com os textos das legislações relativas à inter relação entre Estado e Iniciativa Privada em nome do desenvolvimento cultural da comunidade brasileira, nos níveis municipal, estadual e federal.A cultura é um componente essencial do desenvolvimento da Nação. Através dela, os grupos que formam a sociedade participam e contribuem para o bem coletivo. Junto com os fatores econômico E social, ela forma o tripé sobre o qual se apóia a cidadania de um povo.Este é o primeiro motivo para a iniciativa privada se associar ao Estado e apoiar o desenvolvimento da cultura visando ao aprimoramento da sociedade. As manifestações culturais sejam de preservação e de memória, sejam de criação artística são importantes também porque geram empregos em vários setores. Além disso, ao crescer em qualidade e quantidade, a cultura cria um mercado próprio que se consolida como parte da estrutura do turismo e da indústria de entretenimento do país.Os incentivos que a Cida Assessoria de Eventos procura obter em nome de iniciativas culturais relevantes permitem a empresas que investem em produção cultural, de forma fixa ou esporádica, uma identificação com públicos-alvo sem precedentes, com evidente retorno institucional e até mesmo financeiro. Afinal, o Marketing Cultural oferece a mais rica gama de opções, no universo simbólico, de valores que o empresário pode agregar à imagem de seu empreendimento ou à marca de seu produto. Fique atento a essas oportunidades. Como produtor, empresário, político ou cidadão, você também pode incrementar esse verdadeiro mercado de cidadania. Aproveite para entender o funcionamento de alguns projetos culturais liderados por nossa produtora através dos links abaixo.
11 outubro, 2005
Qual a posição do Rio Grande do Sul no panorama brasileiro de arte contemporânea? Como estão os museus e instituições locais? E a produção artística? APLAUSO reuniu artistas e teóricos para discutir essas e outras questões no debate que finaliza a série sobre a arte de hoje
por FERNANDA ALBUQUERQUE
Como o Rio Grande do Sul se situa no panorama nacional de arte contemporânea?
Vera Chaves Barcellos: Mal, eu diria. Em comparação com décadas passadas, a gente piorou.
Vera: Me refiro principalmente à carência de infra-estrutura. Não posso julgar a produção, porque às vezes os artistas estão desenvolvendo trabalhos interessantes, mas não têm como mostrá-los. O que a gente vê no Estado é que existem ilhas: o Torreão, o Santander. São espaços que desenvolvem trabalhos interessantes. Mas há instituições que deveriam estar funcionando e não estão, como a Casa de Cultura Mario Quintana e o Margs. Também existe um problema com as galerias. Elas não arriscam. De vez em quando, algumas até trabalham com arte contemporânea, mas em geral investem mais em arte moderna, que é o que garante a venda.
Jailton Moreira: Discordo de ti. Em relação ao resto do país, me parece que o Rio Grande do Sul está onde sempre esteve: no terceiro, quarto ou quinto lugar, dividindo essas posições com Minas Gerais e Pernambuco. Em relação a esses dois centros, não vejo o Estado melhor ou pior do que sempre foi. Agora, em relação a décadas passadas, concordo que já tivemos situações melhores. A CCMQ, por exemplo, não sabe mais do que se trata. O Margs, que teve bons momentos há alguns anos, também está entregue. A parte da prefeitura está complicada. O Santander ainda não conseguiu definir um perfil de programação. Este ano, por exemplo, só fez uma exposição. Claro que há ganhos. O Instituto de Artes se solidificou, a Bienal se estabeleceu...
Blanca: Será que essa mudança não tem a ver com a própria postura dos artistas? Me parece que as gerações atuais não estão tão preocupadas em se impor e exigir espaço, pelo menos não os tradicionais. A divulgação da produção tem acontecido de outra maneira.
Vera: De qualquer forma, há poucos espaços expositivos. Ou melhor: eles existem, mas estão mal administrados.
Como os artistas têm reagido a essa carência?
Jailton: Quando determinadas instituições são administradas de forma equivocada, os primeiros a deixar esses espaços são os artistas, que migram para outros locais ou simplesmente se recolhem, aguardam, pois sabem que essas questões são cíclicas. É uma espécie de sabedoria.
Blanca: Mas esse recolhimento em relação às instituições não significa que os artistas não estejam produzindo. O que acontece é que a produção tem sido menos divulgada.
Vera: O problema é que, se a produção não tem onde ser veiculada, é preciso ser muito heróico para continuar produzindo.
Blanca: Mas a questão não está ligada só a ter ou não ter locais expositivos. Tenho a impressão de que esse tipo de exibição mais convencional não tem interessado tanto à geração mais jovem em função das próprias propostas artísticas.
Denise Gadelha: Os artistas estão apostando em outras formas de visibilidade. Estão se organizando de outras maneiras para produzir e veicular seus trabalhos. Por isso não têm exigido esses espaços mais tradicionais. Existem artistas que formam grupos e vão atuar nas ruas, outros fazem fanzines, editam revistas. Tem o Projeto Areal, por exemplo, que aposta num outro tipo de organização.
Blanca: Só que essas produções acabam tendo um público restrito. Ficam fechadas a pequenos círculos.
Jailton: Mas alguma vez foi diferente?
Vera: Foi. Quando o Gaudêncio Fidelis fundou o MAC, em 1992, houve uns dois ou três anos em que a produção jovem pôde aparecer. Vimos muita coisa interessante surgir naquela época.
Eduardo Veras: É verdade. Mas talvez os jovens artistas de hoje não estejam procurando os espaços tradicionais, porque a própria produção não exija isso. É claro que essa produção não está desligada do sistema de arte – instituições, galerias etc –, mas parece que ela encontra formas de sobrevivência que têm uma vitalidade própria e que não são tão dependentes do sistema convencional. Isso talvez seja uma novidade.
Denise: Mesmo aquela produção que demanda esse tipo de espaço não necessariamente depende dos locais e de iniciativas públicas daqui do Estado para ser veiculada. Hoje está muito fácil transitar em outros locais do país. Existe uma gama muito grande de ofertas.
Então a produção está circulando?
Denise: Muito. Há várias instituições investindo em projetos que dão visibilidade à produção jovem: Rumos Itaú Cultural Artes Visuais, Funarte, Prêmio Chamex, Fundação Joaquim Nabuco, Bolsa Pampulha, Bolsa Iberê...
Jailton: É mais do que sempre existiu. A possibilidade de permanecer em Porto Alegre e estar conectado com o resto do país é uma novidade. Quando comecei, a única alternativa era se mudar para São Paulo.
Blanca: Mas essa possibilidade começa nos anos 80, quando acontece um certo boom do mercado de arte local, que vai permitir que a Vera fique aqui, a Karin Lambrecht, a Lia Menna Barreto...
Jailton: Uma coisa é a Karin ou a Lia, que conquistaram uma relação de mercado em São Paulo, poderem circular lá. Outra coisa é a Denise, que está iniciando um trabalho, estar totalmente conectada com o resto do Brasil.
Vera: Isso é diferente mesmo. Mas houve momentos na arte brasileira em que essa situação também aconteceu. Nos anos 60, o Walter Zanini fez um trabalho importante na direção do MAC de São Paulo. Ele era extremamente atento aos focos fora do centro.
Jailton: Mas era uma relação que acontecia do centro para as bordas. A diferença hoje é que existe um intercâmbio muito grande entre as bordas, de região para região, sem que as relações precisem ser mediadas por São Paulo ou Rio de Janeiro.
Blanca: As relações passam a acontecer diretamente entre os artistas. Se nos anos 80 esses intercâmbios ainda estavam vinculados a uma questão de mercado, hoje eles acontecem de forma mais independente, sem intermediários.
Jailton: Mas ainda existe no artista jovem uma ânsia por um paternalismo, que antes era exercido pelo mercado e hoje é exercido pela instituição. Antes, o sonho era assinar um contrato com o Thomas Cohn. Hoje, é ter uma bolsa.
Vera: A arte sempre precisou de paternalismo. Ou tu trabalhas numa fábrica oito horas por dia, ou tu és artista. E aí alguém vai ter de pagar as contas.
Blanca: A questão da sobrevivência é problemática. Como é que o artista vai viver?
Jailton: Ele pode criar outras estratégias. Minha experiência com a criação do Torreão foi tentar encontrar uma possibilidade que não é nem trabalhar numa fábrica, nem receber uma bolsa, mas inventar uma estratégia de sobrevivência. Os anos 90 foram marcados pela proliferação desses espaços que não são nem instituição, nem galeria. São alternativas criadas pelos próprios artistas para suprir determinadas necessidades.
A proliferação desse tipo de iniciativa é reflexo da ineficiência institucional que vocês apontaram?
Jailton: Em parte sim, mas não é só isso. A Vera deu o exemplo da atuação do Gaudêncio junto ao MAC, que foi muito positiva. Isso porque o Instituto Estadual de Artes Visuais funcionava bem naquela época. Isso não aconteceu mais. Talvez a ineficiência do IEAV esteja embutida no preço que a gente paga pela Bienal.
Vera: Como assim? Uma coisa não tem nada a ver com a outra. Tu achas que o evento exaure os recursos para as artes, é isso?
Jailton: Não é isso, mas acho que a Bienal acaba funcionando como um biombo para a incompetência. É como se as pessoas ficassem satisfeitas com o simples fato de a Bienal existir e se sentissem desobrigadas de produzir outros eventos, investir em outras iniciativas. A Bienal, em si, não tem culpa nenhuma.
Eduardo: Tendo a concordar com o Jailton. Mas acho que o problema da ineficiência está mais ligado ao fato de as instituições estarem sujeitas às mudanças de governo e se manterem a reboque disso.
Sobre a Bienal, uma das críticas recorrentes ao evento é o fato de ele funcionar como uma espécie de disco voador, que aterrissa na cidade de dois em dois anos e depois vai embora. Como vocês vêem essa questão?
Blanca: O caráter esporádico é uma característica de todas as Bienais. Talvez a gente esteja exigindo muito da Bienal do Mercosul ao reclamar da falta de continuidade. É como se a gente quisesse que ela cumprisse o papel do IEAV. É uma responsabilidade que ela não tem de assumir.
Eduardo: Mas a própria Fundação Bienal já assimilou o discurso de que deveria promover atividades nos intervalos entre as exposições.
Vera: Não acho isso tão necessário. E concordo com a Blanca: todas as grandes exposições são assim. Preparar uma mostra do porte da Bienal já é muita coisa. O tempo é muito curto, e a responsabilidade é grande.
Jailton: Concordo com vocês. Não podemos exigir que a Bienal assuma o papel do IEAV. Fazer uma boa mostra já é uma tarefa excelente. Acontece que o evento acaba ficando completamente isolado da cena artística local, exatamente em função da ineficiência do IEAV e de outras instituições públicas. Daí a crítica de que a Bienal seria essa espécie de disco voador.
Vera: O problema da Bienal é o seguinte: a primeira edição foi boa, as três intermediárias mais ou menos, e a quinta tenho esperanças de que será boa também. Acontece que tanto o Paulo Sergio quanto o Frederico Morais, que foi o curador da primeira, praticamente se mudaram para Porto Alegre durante a organização do evento, o que não aconteceu com os outros curadores. Isso faz muita diferença.
Eduardo: Com todas as críticas que se possa fazer a uma ou outra edição, não dá para negar que a Bienal tem exercido um papel importante de formação de público para a arte contemporânea. O repertório que o porto-alegrense tem hoje certamente não é o mesmo de 1997.
Vera: A Bienal tem números de público impressionantes. Agora, se as pessoas realmente se relacionam com o que está exposto, é outra história. O que acontece com essas grandes exposições no Brasil é que elas acabam virando uma espécie de feira. As pessoas visitam a Bienal como se estivessem visitando a Expointer.
Como vocês avaliam a produção gaúcha?
Jailton: Por ter trabalhado em duas edições do Rumos Itaú Cultural, viajei quatro anos pelo Brasil, conhecendo a produção jovem. A partir dessa experiência, me dei conta de algumas particularidades nossas. A primeira é que a gente conversa muito. A produção local é relativamente conectada entre si e bastante reflexiva. Existe bastante diálogo, troca. Muito diferente de outras regiões do país. Isso melhora a sua qualidade. Gera uma certa precisão, uma limpeza de idéias. Outro ponto inegável é a importância do Instituto de Artes da UFRGS e principalmente da Pós-Graduação em Artes Visuais no nosso cenário. O PPGAV tem hoje um reconhecimento nacional e cumpre um papel muito significativo aqui. Existe um lado negativo, que é a prevalência muito forte de um certo tipo de abordagem teórica, o que acaba criando uma espécie de monocromatismo.
Blanca: Esse monocromatismo ainda é reflexo do grupo de professores que criou a pós-graduação. Mas esse grupo está aberto às mudanças que vêm ocorrendo. O quadro de professores está aumentando e com ele as abordagens e os direcionamentos.
Vera: Um dado significativo é que os artistas mais atuantes saem do instituto. E não de oficinas particulares ou do Atelier Livre, por exemplo.
Jailton: Talvez porque a arte contemporânea exija um certo envolvimento com formação e informação. Não dá para pensar em produção de arte contemporânea desconectada de alguma atividade de reflexão. Além do instituto, também destaco a Feevale e a Universidade Federal de Pelotas, que são referências fortes no Estado.
Eduardo: E tem o Torreão, que também está fazendo um trabalho importante de formação.
Blanca: O Torreão cumpre hoje o papel que o Atelier Livre cumpria nos anos 70 e 80. Ele oferece aos alunos do Instituto de Artes um outro tipo de experiência, o que é muito bom. Não dá para ficar numa formação única.
Eduardo: E a Bienal? Ela também não tem um papel na formação dos artistas?
Denise: Tem, mas poderia ter mais. Tudo bem que ela não deva assumir o papel do IEAV, mas, se pensarmos no volume de recursos investido na Bienal, é justo que eles desenvolvam outros projetos entre cada edição. Até para criar um envolvimento maior com o público local. Não só com o grande público, mas principalmente com o especializado, que às vezes é deixado de lado.
Jailton: A Fundação Bienal poderia ter uma atuação semelhante à da Fundação Iberê, promovendo cursos, seminários, palestras. Antes de concluir o museu, eles já tem uma programação intensa. Isso é raro. Normalmente é o prédio que vem em primeiro lugar e só depois se pensa no que botar lá dentro. O que a Fundação Iberê está fazendo é exatamente o contrário.
E o Museu de Arte Contemporânea? Desde o início de 2004, ele está ocupando um dos armazéns do Cais do Porto e de lá para cá vem tentando estabelecer uma programação. Como vocês vêem a atuação do museu?
Vera: É muito difícil julgar a boa vontade das pessoas que estão no MAC. Talvez elas não estejam suficientemente preparadas para os cargos que ocupam, o que não é culpa delas. Há toda uma conjuntura que está completamente equivocada e que precisa ser revista. Não existe um espaço adequado, a equipe é pequena, não há verba. A questão é: não dá para fazer arte sem dinheiro. Quem pode exigir melhorias? Nós, os artistas. Uma associação como a Chico Lisboa deveria atuar exatamente nesses momentos. É para isso que essas organizações existem. E não para fazer exposições dos associados, o que é algo ridículo.
Blanca: A questão do MAC começa pelo espaço. Ele nasceu sem sede e nunca conseguiu conquistar uma. E tem mais: precisamos entender que um museu tem de ter um diretor, ou seja, alguém que gerencie o espaço, e um conselho curatorial ou diretor artístico, que se ocupe da programação. Ninguém é obrigado a entender de finanças e de arte contemporânea.
Vera: Há quem ache a figura do curador antipática, mas ela é extremamente necessária. É o curador quem cria um perfil para os espaços e define uma ótica para as exposições. Essa história de telefonar para o artista, pedir uma obra e ainda dizer que ele mesmo tem de levar e montar o trabalho no museu é uma piada.
Eduardo: Não é só o MAC que tem feito isso. O Margs também. Os nossos museus ainda não desenvolveram a cultura do curador. Não basta ter curadorias isoladas a cada mostra. É preciso criar um conselho curatorial permanente e fazer com que ele se mantenha à revelia das mudanças de governo.
Vera: Antes de concluir, quero fazer uma última colocação: quando disse que a cena contemporânea gaúcha ia mal no início do debate, minha intenção era muito mais fazer uma provocação. Nós, gaúchos, tendemos a um excesso de otimismo, o que não é bom. Quando a gente acha que está tudo muito bem, a gente se acomoda. Não faz nada para melhorar.
Ilustração: Nina Moraes






